Saturday, April 01, 2006
Noite em Vigo
Pois é, sabes_bem_quem... Perdeste uma noite estranha... A chegada ao FMUP mobile foi apenas o fim de encontros e desencontros, jigas e pazes feitas...
Mas comecemos pelo princípio. A noite de Vigo definitivamente não tem nada a ver com as noites Portuguesas, sejam elas no Porto, Braga, Coimbra, Vila Praia de Âncora, whereever. Depois de um jantar bem regado com um alvarinho caseiro, houve quem deixasse o lombo, arroz e batatas na camioneta, para gaudio das nossas células olfactivas. Mas houve colegas mais simpáticos que decidiram partilhar o jantar com todos os espanhois (e eram muitos) que se passeavam pavoneamente à frente do 21th century rock. 1ª boa impressão de nuestros hermanos a cada grego (lê-se grégo) aparecia um balde na mão de um porteiro para lavar a rua. Com uma eficiência de segundos.
Mas (há sempre um mas) as entradas nas discotecas tem regras diametralmente opostas às Lusas. Em grupo não entra. Não querem grupos de rapazes e raparigas seguidos. Tem de ser às mijinhas... Estgranho, muito estranho. Mais estranho ainda é o tique depressivo dos seguranças: A única coisa que fazem é olhar para o chão, qual caloiro. Ah... É que em Espanha qualquer azeiteiro de brincos e mau aspecto entra desde que não tenha sapatilhas. Sapatilhas não entra... Hoje à noite vou tentar vestir o meu taquetele florescente, mas calçar os sapatos pretos de ir à madrinha. A ver vamos.
A camioneta aguarda. Até já.
Mas comecemos pelo princípio. A noite de Vigo definitivamente não tem nada a ver com as noites Portuguesas, sejam elas no Porto, Braga, Coimbra, Vila Praia de Âncora, whereever. Depois de um jantar bem regado com um alvarinho caseiro, houve quem deixasse o lombo, arroz e batatas na camioneta, para gaudio das nossas células olfactivas. Mas houve colegas mais simpáticos que decidiram partilhar o jantar com todos os espanhois (e eram muitos) que se passeavam pavoneamente à frente do 21th century rock. 1ª boa impressão de nuestros hermanos a cada grego (lê-se grégo) aparecia um balde na mão de um porteiro para lavar a rua. Com uma eficiência de segundos.
Mas (há sempre um mas) as entradas nas discotecas tem regras diametralmente opostas às Lusas. Em grupo não entra. Não querem grupos de rapazes e raparigas seguidos. Tem de ser às mijinhas... Estgranho, muito estranho. Mais estranho ainda é o tique depressivo dos seguranças: A única coisa que fazem é olhar para o chão, qual caloiro. Ah... É que em Espanha qualquer azeiteiro de brincos e mau aspecto entra desde que não tenha sapatilhas. Sapatilhas não entra... Hoje à noite vou tentar vestir o meu taquetele florescente, mas calçar os sapatos pretos de ir à madrinha. A ver vamos.
A camioneta aguarda. Até já.